segunda-feira, 28 de julho de 2008

Fotos das Jornadas

Só agora tive oportunidade de fazer a selecção das melhores fotos que tirei. Certamente que deixei algumas, talvez interessantes, para trás mas creio estar aqui o fundamental. Deixo-vos também com o testemunho que escrevi para a Voz da Verdade. Foi escrito no dia em que chegámos...

O texto e as fotos estão em: http://www.filipeteixeira.com/sydney2008/

Filipe Teixeira

Papa fala aos jovens de língua portuguesa na Missa de encerramento

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Imagens de Clara Pereira

sábado, 26 de julho de 2008

Retomar o ritmo dos dias

Continuamos a passear por Sydney. Hoje de manhã fomos à Bondi beach. Estava um tempo nublado mas encontrámos um grupo de brasileiros que ainda tiveram a coragem de dar um mergulho.

Os jovens do movimento neocatecumenal também continuam por cá e hoje estavam junto à praia a tocar e a dançar. Ainda se vêem alguns grupos de peregrinos pelas ruas mas agora em menor número.

As ruas começam a retomar o seu ritmo. Desejo a continuação de um bom dia para todos.

Nuno Antunes (Estoril), 24 de Julho 2008

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sydney tem mais encanto na hora da despedida...



Após um momento muito forte de oração com todos os jovens do mundo no hipódromo de Randwick (os media australianos dizem que éramos cerca de 500.000), e com a presença do Papa e dos bispos, tudo explodiu!

Os espanhóis explodiram de alegria, assim que souberam que as próximas jornadas são em Madrid; foguetes de mil e uma cores explodiram com estrondo no ar (era fogo de artifício, a encerrar as jornadas); e o meu coração explodiu de felicidade…

O regresso a casa foi pacífico e organizado, apesar dos milhares de pessoas cheios de tralha que enchiam os acessos a Sydney. Os australianos primaram pela organização e simpatia, é um facto.



Chegámos às famílias de acolhimento ao final da tarde, e partilhámos aquelas últimas horas com alegria e trocas de lembranças. Foi muito especial para mim brincar com as crianças, tirar fotografias para mais tarde recordar, e trocar os contactos com os pais. Eu e a Ausenda, como todo o grupo, sentimo-nos profundamente gratos pela forma como fomos tratados no outro lado do mundo.

Na segunda-feira, após um pequeno almoço especial, a Tina levou-nos à igreja e ao despedir-se, com os olhos húmidos, lembrou-nos: “Não vamos ficar tristes, porque não interessa se temos horas de sono diferentes, ou culturas diferentes, somos um só corpo em Cristo. Estaremos sempre unidos.”

Celebrámos a Missa com a comunidade, que muito agradeceu a nossa presença lá, e depois tivemos um momento de partilha de grupo. Uma partilha emotiva, de corações abertos e gratos.
E à tarde levantámos voo, contemplando já com alguma saudade a terra dos cangurus, que por alguns dias havia sido a nossa…



Após 3 viagens de avião, e umas longas 24horas no ar, aterrámos em Lisboa. No aeroporto despedimo-nos cantando o inevitável “Aleluia! Aleluia! Receive the power from de Holy Spirit!”. E agora que O recebemos, vamos comunicá-lo aos outros, na simplicidade, no dia-a-dia, até aos confins da terra. Como dizia uma amiga: “Somos de Cristo, somos felizes.”

Clara Pereira

terça-feira, 22 de julho de 2008

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Caminhada para Randwick e vigília com o Papa.

Imagens de Clara Pereira

continuar a caminhar

A peregrinação dos jovens a Sydney vai-se desvanecendo.

Hoje nas ruas de Sydney a corrente humana habitual, com bandeiras de países de todo o mundo tinha dado lugar ao trânsito normal da cidade, com poucas pessoas circulando nos passeios.

Nós as duas, recordamos a WYD 08 com o sorriso da juventude mundial que acredita nas transformações benfeitoras do Espírito Santo. Ao longo da semana, pudemos ainda visitar a torre de Sydney, a opera teatral Don Giovanni na famosa Opera House, o Aquário Wildlife World, Chinatown e Bondi Beach.









Ficou-nos também na memória a oração de Taize com o irmão Alois. Hoje, ficámos com a Lina, a Patrícia, o Nuno e o Hugo, para visitar as Blue Mountains. Foi uma experiência muito divertida e natural, com algum vento e altitude, onde pudemos apreciar a beleza da criação de Deus.

Avistámos as three sisters e viajámos no explorer bus, skyway, railway e cableway. Despedimo-nos na estação Central, com um balanço e uma grande vontade de continuar a caminhar iluminadas pelo Espírito Santo.

Célia e Dina Santos (segunda-feira, 21 de julho)

receive the power



Acordámos no meio da multidão em Randwick. A missa às 10h foi presidida pelo Papa Bento XVI. Foi o momento alto da semana, pois o Santo Padre disse-nos para deixarmos que o Espírito Santo habite em nós, nos transforme e revele dons para servir o próximo.

Foi anunciada a próxima JMJ 2011 que será em Madrid. Cantámos ainda o hino das jornadas: "Aleluia, receive the power from the holy spirit. Aleluia, receive the power to be the light unto the world."

Tivemos tempo para a foto de grupo, trocámos ainda mais algumas coisas portuguesas com outras de outros países e despedimo-nos do grupo com saudade.

Se Deus quiser estaremos juntos nas próximas JMJ.

Célia e Dina Santos (Domingo, 20 de Julho)

Na hora da despedida

Uma semana inesquecível!

Foi assim mesmo que o Papa definiu estes dias ao despedir-se de Sydney. “Nas multidões de jovens que aqui se reuniram vimos a expressão viva da unidade na diversidade da Igreja Universal” – disse esta manhã Bento XVI.

Com efeito, a grande diversidade de raças, culturas e estilos destes dias reflectiu um mosaico fascinante do que é a juventude católica de hoje, ao ponto de surpreender os mais agnósticos. Uma comentadora disse hoje na televisão que afinal, pertencer à Igreja é divertido e não é nada maçador, como ela achava…

Todos os jornais dedicaram um grande destaque à visita de Bento XVI e aos seus alertas e apelos aos jovens… mas sublinharam também a sua humanidade, como por exemplo, o facto de mandar parar o papamóvel para beijar um bebé e ter confortado um polícia, doente terminal de cancro, cujo grande sonho era ver o Papa antes de morrer…

Uma solicitude de pai, que se reflectiu especialmente do caso das vítimas de abusos sexuais por parte de membros do clero, quer ao reconhecer a vergonha pelo sucedido, quer apelando à justiça contra os culpados, mas, sobretudo, na solicitude que demonstrou para com as vítimas, recebendo algumas delas esta manhã e reafirmando que reza por estas que conheceu hoje e também todas as outras e pelas suas famílias.

Aura Miguel

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Chegou o dia da vigília!

Iniciámos uma longa caminhada de 9,2 km em North Sydney. Passámos a ponte, depois de rezarmos as laudes. Orámos e partilhámos experiências com o grupo e com os peregrinos que se cruzavam connosco ao longo do perecurso.

Ao chegar a Randwick demo-nos conta que o caminho se encurtou e que a distância acima assinalada foi apenas uns passos firmes e alegres.

A vigília com o Papa Bento XVI foi intensa. Com tantas velas acesas e uma atenção redobrada, ficou em nós a mensagem: orai e vigiai! O Santo Padre falou ainda em português. Foi um momento especial.

No final da vigília o festival da juventude continuou com muita música e animação. Foi encantador adormecer procurando as estrelas no céu.

Célia e Dina Santos (19 de Julho, sábado)

Este foi o último dia de catequese, presidido desta vez pelo D. Antonino - bispo de Braga. Falou-se do Espírito Santo como protagonista da missão. Devemos acolher Jesus na fé e sentir o Espírito Santo para realizarmos a nossa missão.

Neste dia a Célia partilhou a sua experiência na oferta dos dons. Houve ainda momentos para trocar objectos entre os peregrinos presentes. À tarde seguimos para a catedral de Sydney para a Via Sacra. Como havia muitas pessoas, acabamos por fazer a Via Sacra apenas com o grupo, traduzindo o inglês para a nossa língua.

Assim se passou mais um dia inspirado pela força do Espírito Santo.

Célia e Dina Santos (18 de julho, sexta-feira)

domingo, 20 de julho de 2008


O dia começou cedo, por volta das 6h da manhã. Depois de um pequeno-almoço super reforçado (panquecas com doce, leite e fruta), partimos para a caminhada. Foram cerca de 10km com as mochilas, sacos-cama e esteiras às costas, a cantar, a falar com pessoas de outros países (meti-me com jovens das Ilhas Salomão, da Malásia, de Hong Kong, da Alemanha, da Nova Zelândia…) e a rezar. O nosso grupo de Lisboa primava pela simpatia, que atraiu até os polícias australianos, que vigiavam a Harbour Brigde, e que pararam o seu trabalho para tirar uma fotografia connosco!

Caminhei por dentro e por fora. Rumo a uma paz e consolo interiores, rumo ao hipódromo de Randwick, nos arredores de Sydney. Durante horas vimos bandeiras de todo o mundo ondulando ao sabor dos passos largos dos caminhantes, mas foi quando chegámos ao enorme recinto que nos apercebemos da verdadeira dimensão do evento. Eram torrentes de gente a montar tendas, estender sacos-cama, a passear pelos corredores trocando pins, bandeiras, chapéus. E quanto mais longe o país do objecto que se leva para casa, melhor!

Foi verdadeiramente emocionante ver o crepúsculo abraçar o recinto e cerca de 250.000 pessoas em festa entrarem em recolhimento. Infinitos pontinhos de luz iluminavam a noite. A Vigília com o Papa foi um dos pontos altos da noite. Encorajou-nos e fez-nos sentir de uma forma mais forte ainda a unidade no Espírito Santo.

Sorrisos, fotografias, t-shirts assinadas, velas alumiando o rosto, cânticos de encantar e músicas dignas das maiores produções de Hollywood, cores, muitas cores – são estas a imagens que me ficaram na memória. E o Papa a abrir os braços, como querendo agradecer-nos e abraçar-nos por estarmos ali com ele.

No Domingo de manhã fui com a toalha, a pasta e a escova de dentes fazer a higiene matinal… e não é que eu e uma amiga, a Joana, ficámos impedidas de voltar para junto do nosso grupo, porque fecharam as passagens? Primeiro sentimo-nos tristes, porque a Missa ia começar e nós não estávamos com os outros, mas depois… depois o Papa passou no papa móvel ali mesmo à nossa frente… e ficámos tão gratas! E mais! Três dos nossos amigos, que também tinham ficado retidos daquele lado, apareceram ao pé de nós! E o Papa passou uma segunda vez…

A Missa foi linda… e toda a gente no fim cantava, a plenos pulmões, o hino das jornadas: “Alleluia, alleluia. Receive the power from the Holy Spirit!” Tal como disse um jornalista na televisão australiana, “se não estivesse lá estado e visto a fé daqueles jovens, eu achava que a energia e a alegria que eles tinham era por estarem drogados!” Sim, estava tudo louco!!! Louco de amor. No Espírito Santo.
Clara Pereira

sábado, 19 de julho de 2008

O grupo do SPDJ, Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil, do Porto já está em Randwik [porta 1 secção H zona 6] a aguardar a vigília desde as 8h30 da manhã.

Muitos têm sido os encontros com outros jovens de Portugal, de Belas-Sintra, jovens australianos que nos acolheram em suas casas (tão felizes por nos reencontrarem!) e emigrantes de Lunkart-Sydney. Fantástico! Grande abraço! Rezaremos por todos.

Irene Moreira (enviado por SMS)

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Quarto Dia

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Manly Beach, pôr-do-sol em Sydney e tubarões..

Imagens de Clara Pereira

Encontros

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Imagens de Clara Pereira


Fonte e catedral de Santa Maria à noite


Jovens recebem Cruz das jornadas


O grupo de portugueses e o Duarte



Estar aqui, nestas circunstâncias, é algo único. Um privilégio, mesmo! Muitos habitantes de Sydney foram de férias, a pedido do governo, para os jovens peregrinos terem mais mobilidade nos transportes públicos e poderem ser alojados em escolas.

E os australianos que permanecem na cidade passam na rua por nós e sorriem-nos, encontram-nos no comboio e perguntam de onde somos, acolhem-nos nas suas casas e tratam-nos como se fôssemos seus filhos (e muitos deles têm 3 ou 4 crianças!). É normal que passe os dias com um sorriso no rosto.

Após a oração matinal, a catequese, dada pelo bispo auxiliar de Braga, D. Antonino, e a Missa, em conjunto com brasileiros e timorenses, o nosso grupo partiu para Sydney. Eu e uns amigos atravessámos a baía até Manly, uma zona lindíssima a nordeste, com praias de água cristalina e parques naturais a perder de vista.Tanto assim que nos íamos mesmo perdendo no Parque Nacional de Sydney, rodeados de vegetação e rochas!

Mas lá chegámos a uma estrada e apanhámos o autocarro, que nos levou de regresso ao terminal do barco. O pôr-do-sol em Sydney é algo de místico… O crepúsculo sobre o azul da baía e reflexos doirados nos edifícios fazem-na parecer quase surreal, qual Atlântida emersa das águas (do Pacífico).

E ficámos com tanta vontade mergulhar no oceano que embarcámos numa visita ao aquário. Peixes de mil e uma cores e tamanhos, um aligator pachorrento, uma foca vedeta (que gostava que lhe tirassem fotografias) e tubarões enormes a nadar mesmo por cima dos visitantes fazem as delícias de qualquer pessoa. Nunca tinha visto a boca de um tubarão tão próxima!

Para além do fascínio que é ver de perto estas criaturas, deu-nos uma terrível fome. E fomos rapidamente jantar ao centro da cidade (e pela primeira vez comi peixe fresco na Austrália!).

Obrigada, meu Deus, por teres criado o Céu, a Terra e o Mar.



Texto e fotos de Clara Pereira

O fenómeno das bandeiras

É realmente o máximo: uma pessoa vai na rua, cruza-se constantemente com grupos de jovens, grupos e mais grupos – distinguem-se à distância os participantes na J.M.J. porque trazem todos umas mochilas giríssimas, super modernas com 3 cores amarelo, laranja e vermelho – de tal forma evidentes, que parece que em Sydney não há ninguém que não participe neste grande encontro!

Pois bem, com tantos dias a cruzar-me com tantos jovens, já nem ligo aos distintivos de cada grupo… a não ser quando aparece uma bandeira portuguesa. Foi o caso de hoje, quando se cruzou comigo uma enorme bandeira portuguesa! Mas, ainda mais interessante, é que não se tratou de um encontro qualquer, era uma família completa de madeirenses emigrantes em Melbourne, que fizeram 12 horas de carro para vir a Sydney ver o Papa! A conversa que tive com eles, podem ouvi-la na RR e claro que no final, tirámos a fotografia da praxe!


Estávamos nós neste convívio (os amigos madeirenses, sem largar a querida bandeira, claro está), aproximaram-se dois rapazes também com bandeiras portuguesas!... É giro, este fenómeno – tipo íman lusitano – “de onde é que são?” foi a pergunta inevitável. Pois bem eram dois rapazes da diocese do Algarve, acólitos cheios de sorte porque integram o grupo internacional da liturgia e vão estar nestes dias muito perto do Papa, lá em cima no altar, para ajudar nas celebrações. A entrevista com eles e respectivo retrato estão disponíveis na RR.


Aura Miguel

Papa aponta preocupações da Humanidade



quinta-feira, 17 de julho de 2008

Uma aventura

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Depois do almoço (barbecue) fomos até ao Taronga Zoo e para isso foi preciso atravessar a baía de Sydney...

A chegada do Papa



Fotos de Filipe Teixeira

Mudar de vida

Escrevo este texto no dia em que o Papa chega oficialmente a Sydney onde teve à sua espera milhares de jovens e números habitantes de Sydney que o acolheram calorosamente. Se é fantástico ver como esta cidade está a receber os milhares de jovens vindos de todo o mundo, é também interessante tomar contacto com as experiências de cada um e que são autênticas histórias de vida.

Quero-vos falar de um caso muito particular que me surpreendeu a mim e à Clara na viagem de Comboio até Kingsgrove. Se por um lado o colorido das vestes vai marcando a diferença, neste caso a simplicidade e a alegria foram os principais motivos de atenção. Estava perante um grande testemunho e para o saber bastaram 15 minutos de viagem.

De nome Volantino, frade por escolha de Deus. O sorriso era comum entre ele e o seu companheiro de viagem. Após uma pequena abordagem e conversando em português pude perceber a forte convicção da sua vocação. A alegria de viver na simplicidade era de facto o seu maior testemunho.

Após uma pequena conversa, sacou da sua bolsa um pequeno álbum com duas fotografias dele. Uma tirada antes, marcada pelo cansaço e com uns olhos profundíssimos e uma cara pálida e outra tirada “depois de conhecer Cristo”. Como podem ver pela foto, realmente a sua cara mudou… e para muito melhor.

É também com esta diversidade que vemos a história da Igreja, tal como nos falava hoje o Papa. É através da diversidade que encontramos hoje a riqueza da criação de Deus, na procura da felicidade para cada um. “A vida não é uma questão de sorte. Deus é mais do que isso.”

Definitivamente esta diversidade “passeia” por estes dias nas ruas de Sydney com experiências que vale a pena conhecer.

Filipe Teixeira

Chegámos a Sydney às 5h da manhã, sendo ainda de noite. Do avião vimos luzinhas cintilantes que mais pareciam da época natalícia. Esta é uma cidade sempre iluminada. Durante o dia conhecemos alguns marcos da cidade, ruas cheias de vida entre arranha-céus. Ainda tivemos tempo de ir a Bondi Beach, em pleno Inverno, ouvir um concerto à beira do oceano Pacifico. O sol põe-se às 17h, convidando-nos a descansar um pouco.

Célia e Dina Santos, 13 de Julho

Duas horas de espera

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Duas horas de espera para entrar na catedral, mas com muita animação, canções, bandeiras e convívio entre os jovens dos vários cantos da terra.

Seja como for, em qualquer parte do mundo, a força do Espírito Santo faz-nos voar mais alto. Acredito no Deus Pai que nos guia neste mundo. No filho de Deus que tirou o pecado do mundo. Há coisas que não entendo, mas tento fazer de tudo para que seja feita a vontade do Pai. Agradeço-vos Senhor, pelas viagens em boa companhia.



Dina Santos, 12 de Julho

quarta-feira, 16 de julho de 2008

O vídeo do primeiro dia

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Imagens de Clara Pereira

Muitas experiências para um só dia! De manhã uma oração e Missa com brasileiros. Cantar e bater palmas, sorrir muito e invocar o Espírito Santo! Então e não é que Ele veio? E resolveu trazer consigo duas prendas: o Duarte, de Portugal, nestes últimos dias numa conferência na Coreia do Sul… e a Ki Mi, uma chinesa católica, que nem sabe bem como mas conseguiu realizar o sonho de vir as jornadas a Sydney. Ambos vieram sozinhos. Não conheciam ninguém, mas de repente fizeram um monte de amigos. E os australianos são tão hospitaleiros que eles se sentem em casa.

Conheci estas duas personagens e fui pensativa, enquanto comia a salsicha do barbecue oferecida pela paróquia de Beverly Hills, até ao comboio. Lá, a festa habitual. Ao chegar ao porto de Sydney, no Circular Quay (ou, como dizem os australianos, no Circlar Key) embarcámos rumo a norte. A cidade estende-se à nossa frente. Fico extasiada com a beleza de Sydney, que se assemelha a uma mão aberta, as águas entre os dedos.

Depois das construções magníficas dos homens, delicio-me com as maravilhas da natureza. O Taronga Zoo vale bem os quase 20 dólares australianos que paguei de entrada. Cangurus, pinguins, coalas, pássaros de mil cores, dragões komodo, aligatores, cobras enormes, e ate um ornitorrinco envergonhado eu vi!

As cores das bandeiras, os gritos eufóricos e cânticos alegres (de uma alegria contagiante) e os sabores da comida australiana inebriaram-me os sentidos no Hyde Park, enquanto esperava junto do meu grupo, como milhares de jovens, entrar na catedral. Mesmo duas horas em pé, de mochila as costas, ao cair da noite (o que significa que a temperatura baixa drasticamente), os jovens não arredam pé… E esperam pacientemente a sua vez.

E a minha chegou por volta das 6 da tarde. A catedral de Santa Maria, imponente no exterior, impressionante no interior, oferece o espaço de reflexão e oração de que preciso. Há ali uma paz sublime. E simultaneamente um frenesim de gente que entra, que tira fotografias, que filma, que se ajoelha e reza, que lê a vida da santa australiana Mary Mackillop, que se senta nos bancos a contemplar a beleza da arte…que chora, que sorri, que oferece um sorriso.

Tocou-me o abraço de uma amiga a quem confortei, o terço rezado com outra enquanto caminhávamos à beira do Darling Harbour e uma lua cheia enorme, branca, resplandecente, envolta numa aura de luz translúcida.

O cansaço da caminhada de regresso a casa trouxe consigo os abraços fraternos, as canções de embalar, e uma doce modorra que nos invade lentamente. Hoje, enquanto me sento ao computador para partilhar tudo isto convosco, a Tina traz-me, sorridente, um chá preto e umas bolachinhas de chocolate. “De certeza que nunca provaste estas Tim-tam! São óptimas!”… Hum-hum!

Clara Pereira


O divertido grupo de Leiria com a repórter da RR


Freira dos EUA em animada conversa com jovens da América Latina...

terça-feira, 15 de julho de 2008

Acordo cheia de sono, estremunhada… e com a sensação de sonho interrompido! “Clara, acorda!”, oiço a minha companheira de quarto chamar-me. Soergo-me lentamente da cama enquanto o meu cérebro resolve esclarecer tudo: estou em Sydney, em casa dos Coorey, uma simpática família de um casal e três crianças.

Recordo o maravilhoso banho da véspera, após quase 3 dias de viagem (!), e sinto a minha bela caminha… Salto da cama, tal como a Ausenda, a amiga e companheira de jornadas, e surpreendemo-nos com um fantástico pequeno-almoço em cima da mesa… Há de tudo: pão de forma com e sem sementes, compotas, queijo, fiambre, manteiga, leite magro e meio gordo, chocolate em pó, chá, cereais, e ate uma pasta de barrar salgada… com vitaminas!!!

Esta família e tão acolhedora! Comemos com os miúdos e depois saímos irradiando uma imensa alegria (contagiada por aquela família tão bem-disposta!). Fomos a correr, a rir e a cantarolar ate a paróquia, onde encontrámos o resto do grupo. Depois apanhámos o comboio ate Sydney (e incrível a frequência com que aqui passam os transportes públicos!) e saímos numa das estações principais, no centro: St. James.

Aí encontra-se um dos monumentos mais emblemáticos da cidade de Sydney (ou, como dizem os australianos, de “Sidni”), a catedral de Santa Maria. Nesse local fomos imersos num banho de culturas, bandeiras, países e línguas tão diversos! Mas todos unidos num único espírito de alegria, de partilha e de troca de experiências… todos animados por um mesmo desejo de conhecer outros, outros que vieram de longe, mas que sentem incrivelmente próximos – como irmãos. Senão como explicar a espontaneidade com que se abordam? A alegria com que cantam juntos e tiram fotos? A facilidade com que abraçam e trocam contactos?

Por volta do meio-dia juntámo-nos com os nossos amigos que tinham ficado na torre de Sydney, para subir a umas dezenas e dezenas de metros de altura… E fomos rapidamente envolvidos num banho de gente que cruzava uma das principais avenidas da cidade, e entre cânticos, dança e muita animação, lá chegamos num mar de bandeiras e gente de raça branca, africana, asiática, aborígene, numa miscelânea colorida e vibrante, ate ao recinto gigante Barangaroo. Mesmo à beira da água.

Aí almoçámos, celebrámos juntos a fé, a vida e a juventude na Missa de abertura das jornadas como o bispo de Sydney, jantámos e assistimos a concertos de música. Ouviu-se musica tradicional aborígene, com os instrumentos típicos, o “Who wants to live forever” dos Queen, o “With or without you” dos U2, o “Ameno” dos Era, cânticos religiosos de um coro australiano só composto por raparigas, musicas de pop e rock cristão… e claro, não faltou o hino destas jornadas, que todos já parecem saber de cor! “Alelluia, receive the power of the Holy Spirit”.
Ao vir para casa, estoirados mas felicíssimos, apercebemo-nos de que na diversidade encontramos a unidade, e de que aqui, nos confins da terra, descobrimos o mundo e aprofundamos o nosso conhecimento pessoal. E é tão bom voltar à família de acolhimento e nos receberem com um sorriso: “Olá! Querem um chá ou um café?”

Clara Pereira

“Um sopro de primavera no Inverno Australiano”

É impressionante ver que mesmo do outro lado do mundo há algo que nos une e nos faz falar a mesma língua. Nós, grupo de Lisboa, após uma cansativa viagem de 24 horas, ficámos acolhidos em casas de famílias, próximas do centro da cidade que nos receberam da melhor maneira, oferecendo-nos toda a atenção possível. Mesmo estando longe, é o mesmo Espírito que nos une e nos faz quebrar a barreira da língua e da distância.

Hoje, terça-feira, dia da Missa de abertura, presidida pelo Cardeal de Sydney, começou a sentir-se o clima colorido de festa, provocado pelos milhares de jovens que vão chegando à cidade, desejando encontrar-se com Cristo, através do Santo Padre para assim receber o Espírito Santo e levá-lo para as suas paróquias e famílias. A provocação foi lançada neste dia aos jovens sobre a importância de serem “um sopro de primavera no inverno Australiano e no mundo”.
É fácil comunicar em Sydney, não só pela língua, mas pelo Espírito que se vai recebendo de gestos, sorrisos e cânticos, escutados em cada canto da cidade. Pode dizer-se que Sydney é hoje a capital do mundo católico e que milhares de jovens de todo o mundo responderam “sim” ao convite do
Santo Padre, encontrando-se assim preparados para receber a força do Espírito Santo, num acto que já está a surpreender a Austrália e se prepara para surpreender o mundo!


Filipe Teixeira

China pela primeira vez na JMJ

Foi a primeira vez na história das Jornadas Mundiais da Juventude que tal aconteceu: inconfundíveis, as bandeiras chinesas surgiram entre os milhares de jovens na missa de abertura, que decorreu no Porto de Bangaroo, em Sidney.

No total terão vindo uns 50 jovens da República Popular da China, todos com visto de turista, como explicou à RR o padre que os acompanha: “É a primeira vez que participamos na Jornada Mundial da Juventude. É uma benção de Deus receber esta graça do Papa. Há 20 anos era impossível, mas agora é possível sair. Viemos sem dizer que era para a Jornada Mundial da Juventude, viemos com o visto de turista e podemos participar.”

Num dos grupos, com 17 jovens de várias províncias que pouco ou nada sabem de inglês, a primeira a aceitar falar foi uma jovem freira que pediu anonimato. “É uma experiência maravilhosa. É a primeira vez que todos nós participamos nesta grande acontecimento. Estamos muito felizes por fazer aqui a experiência da mesma fé, que é a fé da Igreja Católica, na China e em todo o mundo”, diz entusiasmada, acrescentando que, no regresso à China, espera que todos possam “construir juntos boas relações na Igreja”.

Também o sacerdote que os acompanha espera e reza por melhores tempos para os católicos na China. “Há sectores da nossa Igreja que sofreram muito… Rezamos por eles e tentamos ajudá-los, para permitir que o nosso governo nos entenda e assim se afastem as divergências”, disse em entrevista à RR este padre que sempre desejou ver o Papa pessoalmente e dizer-lhe: “Rezamos sempre por si, mas também lhe pedimos para rezar sempre pela Igreja chinesa e pela sua unidade.”

Quanto à carta que, há um ano, o Papa escreveu aos católicos da China, este sacerdote considera que “foi muito boa” porque “revelou uma boa atitude da Igreja para com o governo, uma atitude de diálogo”. E acrescenta: “Por isso muitos católicos chineses sentiram-se reconfortados”.

Aura Miguel, em Sidney


Reportagem áudio da enviada da Renascença


segunda-feira, 14 de julho de 2008

Papa reconhece culpa da Igreja em casos de pedofilia

Bento XVI vai pedir desculpa, durante a visita à Austrália, pelos crimes de pedofilia cometidos por padres católicos naquele país.

A bordo do avião que transportou o Papa, Bento XVI disse que a pedofilia é “incompatível” com o sacerdócio e que é necessário que a Igreja reconheça a culpa neste problema.

As vítimas australianas têm solicitado ao Papa um pedido de desculpas pelos crimes de abuso sexual que atingiram a Igreja Católica do país.


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Chegada do Papa faz manchetes

O Santo Padre está a descansar da viagem, numa casa de retiros onde terá encontrado uma surpresa de quatro patas.

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Pastéis de Nata!

E ainda dizem que Portugal é desconhecido! Aqui, no coração comercial de Sydney, encontrei hoje num café PASTEIS DE NATA!

Para meu espanto, quando perguntei à empregada que bolo era aquele, ela respondeu-me: "É uma tarte de leite. Trata-se de um doce que tem origem em Portugal"!

Aqui vai a prova, com a foto do propriamente dito junto à chavena e ao bule de chá, com o jornal de hoje.















O pastel de nata não era nada mau... talvez um pouco deslavado, comparado com os nossos, mas valeu a pena!

Aura Miguel

Lisboetas já em Sidney

Quando aqui cheguei, no sábado, Sydney era uma cidade calma e relativamente pacata. É claro que já se tropeçava nas bandeiras coloridas e nas bancas de venda com artigos para jovens com o logótipo WYD e podíamos encontrar, em várias paróquias, pequenos grupos organizados, mas, desde hoje, a cidade está literalmente mudada.

Assistimos a uma divertida invasão de gente nova, por todo o lado... deslocam-se por grupos, quase sempre acompanhados por um ou outro adulto. Metem-se uns com os outros e perguntam de onde são, quando não têm a bandeira do país a identificá-los.

Pois hoje mesmo, no meio desta "confusão juvenil", encontrei um jovem com uma enorme bandeira portuguesa pendurada nas costas (tipo capa). Pertencia ao grupo do Patriarcado de Lisboa e apontou para o terraço da Sydney Opera House: "Estão todos ali!"

Olhei e vi um grupo de jovens com um enorme canguru de plástico insuflado aos ombros... admirei-me como os lisboetas já se tinham integrado assim tão depressa, mas não: aquele, afinal, era outro grupo da América Latina.

Os "nossos" apareceram sorridentes e, lá tirámos uma foto diante desta complexo fabuloso que é o edifício da Ópera de Sydney. Pela escadaria fora, com a bandeira portuguesa, claro está.

No final, juntaram-se 5 rapazes australianos, com a bandeira deles do tamanho da nossa, e, assim, em poucos segundos, se guardou para a posteridade fotográfica uma bela experiência de comunhão, de olhos postos no encontro com o Papa.


Jornadas da Juventude: "A Esperança de mudar o Mundo"

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Aura Miguel

domingo, 13 de julho de 2008

Uma experiência enriquecedora


Somos um grupo de 9 jovens da Diocese de Leiria-Fátima, que partiu no dia 7 de Julho rumo a Austrália a fim de participar nas JMJ 2008.

48 horas depois chegamos a Brisbane, Diocese que nos acolheu durante esta primeira semana. Estamos integrados num grupo de 56 portugueses originários de todo o pais.

O grupo foi repartido pelas paróquias de São Paulo e São Maximiliano Kolbe, situadas na cidade de Logan, arredores de Brisbane, tendo sido acolhidos por famílias e integrados nas suas rotinas e cultura.

Durante a estadia na Diocese, entre os dias 09 e 13, decorrem diversas actividades de integração na comunidade, desde eventos sociais, visitas a locais emblemáticos, barbecues típicos australianos, até à "Festa da Fé" onde foi possível juntar os peregrinos oriundos dos mais diversos países, aqui reunidos em Brisbane.

Diariamente participamos em celebrações da palavra em conjunto com a comunidade paroquial, tendo sido uma experiencia extremamente enriquecedora dado que todas as famílias se dedicaram de forma entusiasta ao acolhimento dos jovens que os visitaram.

Após esta semana de integração e vivencia conjunta iremos partir para Sydney, onde amanha, segunda-feira, nos juntaremos a cerca de 225.000 jovens de todo o mundo, partilhando experiencias, culturas e principalmente a fé comum.

Fábio Ferreira

Legenda da foto
De de cima para baixo e da esquerda para a direita:
Rafael Rodrigues (sentado), Isabel Dionísio (de pé), (rapaz com a camisola do Hard Rock não pertence ao grupo)Dália Reis, Olga Gomes, Ana Ramos, Tiago Ramos, Bruno Pereira, (o rapaz de preto não pertence ao grupo), Ana Guerra, Fábio Ferreira.

Portugueses … do Mónaco

É de uma beleza extraordinária este pais, bem como de uma hospitalidade espantosa.
Encontramos aqui comunidades que, à maneira de Cristo, acolhe a todos sem distinção, com muita simplicidade e verdade. São poucos os jovens na paróquia, os adultos tomaram as rédeas da organização do staff para o acolhimento. Aqui na Diocese de Maitland – Newcastle estamos nós (22 portugueses), muitos colombianos. Já estivemos com um grupo de brasileiros de Petrópolis e Portalegre. Encontrámos 4 jovens vindos do Mónaco que, vendo que transportávamos uma bandeira portuguesa, ficaram a olhar para nós e nós interpelámo-los e eles lá explicaram porque cochichavam: eram filhos de emigrantes… de Balazar - Guimarães.
Aqui já é um pouco tarde… há necessidade de descansar… porém não quisemos deixar de partilhar convosco o pulsar dos nossos corações neste lado do mundo, quase como uma oração em que damos graças pelo privilégio de, imbuídos pelo Espírito Santo, dar testemunho de sermos verdadeiros irmãos em Jesus Cristo, nesta aldeia com que Deus Pai nos brinda todos os dias e nós só por vezes damos conta… Acreditamos que todos que lerem estas letrinhas se juntam a nós em oração para celebrar a vida que Deus nos dá e pedir-lhe que converta os nossos corações para que a experiência aqui vivida seja uma realidade no nosso dia-a-dia, nas nossas famílias, nas nossas paróquias.
Irene Moreira

A procura de cangurus


Ora, Sidney! Finalmente… achávamos nós. Apanhámos o comboio ate Maitland onde fomos recepcionados e encaminhados para as paróquias de acolhimento. Em St. James, MusswellBrook ,fiquei eu, a Zita de Perafita e a Joana, de Foz do Sousa. Aqui tivemos uma recepção com um grande cartaz escrito em português ‘Bem Vindos’ transportado por um grupo de jovens e as suas famílias que nos esperavam com grande entusiasmo. Bem, que maravilha é a comunhão em Jesus Cristo! As nossas famílias, não podemos chamar- lhes famílias de acolhimento, tudo fazem para nos sentirmos em casa e para que nada nos falte. Mesmo já muito tarde… depois das 22h… quando chegámos a casa… alguns dos nossos ‘paizinhos’ ainda foram atender a um dos caprichos doa meninos… imaginem o quê… foram ao campo ver se víamos…cangurus! E não é que os simpáticos animais nos brindam a com a sua presença constantemente no meio da estrada.
Irene Moreira

A ‘viagenzita’

O meu nome e Irene Moreira, sou da paróquia de S.Nicolau e um dos elementos da Equipa do Secretariado Diocesano da Juventude da Diocese do Porto. Estou em Sidney na Jornada Mundial da Juventude 2008 interpelada por Jesus Cristo nas palavras do Santo Padre, como vem sendo hábito desde 2000 em Roma e 2005 em Colonia.
Parti do Porto dia 7 de Julho rumo a Lisboa onde o Pe Tony, dos Espiritanos, gentilmente acolheu o grupo, que o SDPJ do Porto organizou ,liderada pelo director do Secretariado Pe. Luis Mateus, ate terça de manhã quando partimos.
Daí foi uma pequeníssima viagem (já vão perceber a ironia) até Londres de cerca de 2h30h e apos 7h em Heathrow apanhámos uma aviãozinho 777 para Singapura onde chegámos passadas 13h… sem grande espera retomamos a viagenzita até Sidney.
Irene Moreira

À espera do Papa

No meio desta Sidney bem cosmopolita, o burburinho é já evidente. Jovens de todas as cores e raças esperam o encontro com Papa no próximo fim-de-semana. Até lá existem vários encontros de preparação para os jovens espalhados por várias dioceses da Austrália e por paróquias de Sidney.
Aura Miguel

Diários da Austrália

“Recebereis a força do Espírito Santo que virá sobre vós e sereis minhas testemunhas” – É com base neste excerto dos Actos dos Apóstolos que centenas de milhar de jovens se começam a reunir na Austrália para a Jornada Mundial da Juventude. Criadas pelo Papa João Paulo II, as JMJ têm sido momentos marcantes para milhões de pessoas, desde os anos 80. Cantando, rezando, conhecendo gente do mundo inteiro, os jovens têm feito das Jornadas uma grande festa da Igreja. Depois de meses de preparação, também os jovens portugueses se começam a dirigir para Sidney. De lá nos irão mandando as suas impressões deste encontro, que terá o seu momento alto no fim-de-semana de 19 e 20, com a Vigília e a Missa presididas pelo Papa bento XVI. Eunice Lourenço